Conheça as histórias de Vanessa, Emillyn e Izabella — mulheres que provam que o sucesso no campo nasce da união entre domínio, resiliência e um olhar humano.
O agronegócio brasileiro sempre foi sinônimo de força e tradição. No entanto, se você olhar para as fazendas e para as grandes corporações hoje, verá que o horizonte está mudando. Uma nova liderança, marcada pela precisão técnica e pela sensibilidade na gestão, está redesenhando o setor.
Neste Dia das Mulheres, a SEEDZ convidou três protagonistas — Vanessa, Emillyn e Izabella — para compartilhar suas trajetórias. Elas não estão apenas “ocupando espaços”; elas estão transformando a forma como o agro produz, vende e se relaciona com as pessoas.
Para entender o impacto dessas mulheres, é preciso olhar para onde tudo começou. A liderança no agro feminino muitas vezes nasce da observação e do trabalho duro.
Izabella, uma das fundadoras da Prats, cresceu entre os pomares de laranja em Maringá. Para ela, a liderança não foi uma “luta contra alguém”, mas uma construção de parceria herdada do exemplo do pai e dos tios.
Eu aprendi o que é dedicação e colocar a mão na massa vendo meu pai lutar no campo. Hoje, minha visão como mulher contribui para trazer esse olhar mais acolhedor, mas sem perder a firmeza que ele nos ensinou, reflete Izabella.
Mas nem toda trajetória no agro começa na porteira. Emillyn, Gerente de Marketing Tático, sonhava em ser delegada enquanto cursava Direito. O destino, porém, a levou para o segmento de máquinas pesadas — um ambiente técnico e tradicionalmente masculino.
Sua ascensão não foi por acaso, mas fruto de uma entrega consistente. Emillyn liderou a estruturação de CRMs e departamentos de pré-vendas, provando que a liderança se constrói com escuta ativa.
Ela nunca se sentiu limitada por ser mulher, mas usou essa posição para fomentar uma cultura de confiança.
Se o agro exige decisões rápidas, ele precisa de informação confiável. É aqui que entra a expertise de Vanessa, engenheira agrônoma e “sertaneja baiana”. Atuando na adaptação de novas espécies frutíferas ao clima tropical, ela é o exemplo vivo da integração entre campo e estratégia.
Vanessa destaca que, em um ambiente majoritariamente masculino, a credibilidade é conquistada com domínio técnico.
“Ser mulher trouxe uma escuta mais atenta e um olhar criterioso para detalhes operacionais que passam muitas vezes despercebidos” , afirma.
Para ela, as mulheres no agro hoje são profissionais completas: integram o conhecimento técnico com a inteligência emocional e relacional.
Ao analisarmos essas três histórias, percebemos que a transformação que elas trazem para o mercado se baseia em três pilares fundamentais:
O agro é tecnológico, sustentável e, acima de tudo, humano. A presença de mulheres em posições estratégicas não é apenas uma questão de representatividade; é uma necessidade para um setor que quer ser mais ágil e inovador.
Na SEEDZ, acreditamos que apoiar essas trajetórias é semear um amanhã onde a competência não tenha gênero.
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